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	<title>Comentários em: Uma imagem vale mil palavras &#8211; Vox Pop</title>
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	<description>Um olhar diferente sobre o nosso mundo</description>
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		<title>Por: bunny &#38; pulah</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-7337</link>
		<dc:creator>bunny &#38; pulah</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 11:34:38 +0000</pubDate>
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		<description>os chungas tem cultura sim, a nossa ideologia de vida podes ser diferente da tua mas significa que não preste pois se não prestaxe qualquer merda como tu entrava...xer xunga é ter personalidade, estilo e  individualidade mas axima de td sbr xer um conjunto...arranja primeiro uma personalidade e dps critica os outros..nem sabes o k dizes fk lá c o teu gang da cableira....always xunga</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>os chungas tem cultura sim, a nossa ideologia de vida podes ser diferente da tua mas significa que não preste pois se não prestaxe qualquer merda como tu entrava&#8230;xer xunga é ter personalidade, estilo e  individualidade mas axima de td sbr xer um conjunto&#8230;arranja primeiro uma personalidade e dps critica os outros..nem sabes o k dizes fk lá c o teu gang da cableira&#8230;.always xunga</p>
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		<title>Por: C.M.L</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-6694</link>
		<dc:creator>C.M.L</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 17:26:34 +0000</pubDate>
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		<description>n entendi nada dok exclvext juju</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>n entendi nada dok exclvext juju</p>
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		<title>Por: juju</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-6691</link>
		<dc:creator>juju</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 14:13:57 +0000</pubDate>
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		<description>textos pequenos para mim copiar sobre o desmprego eu só tenho 7 anos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>textos pequenos para mim copiar sobre o desmprego eu só tenho 7 anos</p>
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	<item>
		<title>Por: comentador da má lingua</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-6646</link>
		<dc:creator>comentador da má lingua</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 00:15:27 +0000</pubDate>
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		<description>já virão ox desenhos animaldos do tin tin?
claro k sim é tao antigo, max ta a dar de novo.
bem o k eu queria dixer é k o cão do tin tin xamax MÍLU. ha ha ha.
DXP max n rexixti a guxar um cox.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já virão ox desenhos animaldos do tin tin?<br />
claro k sim é tao antigo, max ta a dar de novo.<br />
bem o k eu queria dixer é k o cão do tin tin xamax MÍLU. ha ha ha.<br />
DXP max n rexixti a guxar um cox.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mitra girl</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-6585</link>
		<dc:creator>Mitra girl</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 10:01:43 +0000</pubDate>
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		<description>A Milú excreve bem. bexe mexmo k vai pa TIA.      Axax-t + k os outros pk o teu portuga é sem erros?
Ganha tino nox miolos. k idad tenx? Em k sec. vivex? Dah! o people ixcreve abreviado, i por vexex ax palavras ficam um coxe mal ixcritas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Milú excreve bem. bexe mexmo k vai pa TIA.      Axax-t + k os outros pk o teu portuga é sem erros?<br />
Ganha tino nox miolos. k idad tenx? Em k sec. vivex? Dah! o people ixcreve abreviado, i por vexex ax palavras ficam um coxe mal ixcritas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: não me dou ao trabalho...</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-6068</link>
		<dc:creator>não me dou ao trabalho...</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 21:28:01 +0000</pubDate>
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		<description>ninguém aqui se devia dar ao trabalho de descer ao nível da senhora que se faz tratar por MILÚ ...

ela não tem mais nada para fazer , por isso vem para aqui discriminar as outras pessoas ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ninguém aqui se devia dar ao trabalho de descer ao nível da senhora que se faz tratar por MILÚ &#8230;</p>
<p>ela não tem mais nada para fazer , por isso vem para aqui discriminar as outras pessoas &#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: dextro</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-1590</link>
		<dc:creator>dextro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2006 23:58:11 +0000</pubDate>
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		<description>Não faço ideia do que a/o Milú escreveu mas conheço bem uma tecla chamada &quot;return&quot; no teclado que costuma dar uma coisa em portugues chamada Paragrafo e que facilita muito a leitura...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não faço ideia do que a/o Milú escreveu mas conheço bem uma tecla chamada &#8220;return&#8221; no teclado que costuma dar uma coisa em portugues chamada Paragrafo e que facilita muito a leitura&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Milú</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-1583</link>
		<dc:creator>Milú</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2006 02:06:02 +0000</pubDate>
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		<description>Oi: As pessoas que não respondem a provocações são facilmente categorizadas de terem “bom génio” e, por vezes, de “ausência de personalidade”. Na realidade, essas pessoas possuem alta tolerância à frustração e um auto-controlo preciso. A cólera é uma emoção como tantas outras... é uma espécie de insanidade temporária. São os outros que a provocam ou somos nós que não temos controlo sobre ela? É necessário não culpabilizar o outro e reconhecer as pessoas e circunstâncias que nos descontrolam. Dizem que é bom “deitar a raiva cá para fora” e que ver filmes violentos, lutar ou dar socos numa almofada ou ainda assistir a lutas violentas são boas maneiras de libertá-la. Esta ideia, popular nos anos sessenta, é uma cópia da teoria da catarse, significando a busca do equilíbrio. A verdadeira teoria da catarse surgiu no teatro dos Gregos antigos, para os quais mostrar cenas de tristeza poderia ajudar pessoas da plateia que se identificassem com tal dor. Todavia, acreditavam que cenas de violência estimulariam as pessoas a utilizá-la. Contudo, a cólera aumenta a probabilidade de luta. Assim, se uma pessoa tem reacções raivosas perante determinada situação, tenderá a repeti-las. É como se tratasse de um vício. Para controlar a raiva poderá optar-se por meditar, treinar as suas habilidades sociais, fortalecer a sua auto-estima, contar até cinquenta e até atirar água fria para o rosto. Curiosamente os bebés com poucos meses já mostram expressões de raiva, mas no entanto, não há descontrolo. Cabe a cada um de nós descobrir o que o relaxa pois não se deve expressar a fúria de forma descontrolada... todavia, também não se deves reprimi-la. Procurar dominar a fúria que leva a actos destrutivos parece ser a atitude mais acertada. Afinal, a cólera aumenta a pressão sanguínea e o risco de doenças cardíaca. É relativamente consensual que se pode falar de racismo em três dimensões distintas, mas articuladas: racismo enquanto ideologia, racismo enquanto preconceito e racismo enquanto prática de discriminação. Mas a ideia de que as capacidades intelectuais e a cultura se transmitem de forma hereditária e desigual de acordo com as raças, ideia que toma como indicador principal, embora não exclusivo, a cor da pele, com o branco europeu do norte a ocupar o topo da hierarquia, é uma interpretação sobre a diversidade humana amplamente partilhada no campo intelectual e científico europeu da época, e não o produto de alguns espíritos isolados. Esta maneira de pensar, também designada por racialismo, é o resultado de uma formidável convergência de todos os campos do saber, com inumeráveis contribuições de filósofos, teólogos, anatomistas, fisiologistas, historiadores, filólogos, mas também de escritores, poetas e viajantes, numa Europa em que, por todo o lado, há quem &quot;se apaixone pela medição dos crânios e dos ossos, a pigmentação da pele, a cor dos olhos e dos cabelos nas actuais análises. Sobre o preconceito racial, a segunda das três dimensões do racismo atrás referidas, vai-se à procura da manifestação dessas novas faces do racismo, nas representações comuns das populações ocidentais. É verdade que o preconceito racista, como outras formas de preconceito, tem uma grande maleabilidade e criatividade, ospreconceituos. Os que se agarram ao que for preciso para visarem o grupo, tomado como alvo. Nesse mesmo sentido que Sartre, no ensaio que dedicou ao anti-semitismo, dizia que &quot;se o judeu não existisse, o anti-semita inventá-lo-ia&quot;Dado que, nas novas formas de preconceito, as características fenotípicas representam apenas um entre vários factores de classificação, seria preferível adoptar, em vez de racismo, &quot;expressões mais abrangentes do género de ‘etnocentrismo’ ou ‘discriminação e preconceito étnico’&quot;. O conceito de racismo põe uma ênfase excessiva na diferenciação fenotípica, como princípio classificatório dominante, o que, se é verdade &quot;em contextos radicados na tradição anglo-americana&quot;, não o é em tantos outros contextos a nível mundial, &quot;onde o preconceito e a discriminação também grassam, incluindo os lusófonoso Preconceito não é apenas uma atitude individual de certas pessoas (preconceituosas), mas uma forma de cognição social estruturalmente fundada, destinada a legitimar essas relações de dominação global e que conhece uma reprodução alargada através de todo o tipo de discursos. Estruturas de poder e de dominação, de cognição social e de discurso constituem, por outras palavras, o modelo articulado que o autor adopta para analisar o racismo. Tanto o racismo flagrante como o subtil, este último reconhecido também como a sua forma predominante, permeiam, em sentido descendente, &quot;todos os níveis sociais e pessoais das nossas sociedades: desde as decisões, acções e discursos dos corpos legislativos e governamentais, passando pelos de várias instituições, na educação, investigação, media, saúde, polícia, tribunais e agências sociais, até à conversação, pensamento e interacção quotidianos&quot;São, concretamente, as elites políticas, educativas, universitárias, empresariais e dos media, quem contribui para a reprodução do preconceito, pré-formulando persuasivamente o consenso dominante em matéria étnica e as formas populares de racismo. chamadas elites académicas. O racismo enquanto preconceito é uma fatalidade, ou seja, não pode não haver preconceitos racistas. Mais do que ser conceptualmente especificado, o racismo é aqui objecto de generalização conceptual, a um ponto em que toda a representação simbólica da distintividade étnica e racial — desde o seu mero reconhecimento de facto, passando pelos estereótipos mais ou menos inócuos que sobre ela se produzem, até às expressões mais explícitas e agressivas contra ela é virtualmente sinónimo de preconceito. O preconceito será, assim, tão inevitável quanto o é, no próprio funcionamento cognitivo humano, a produção de estereótipos, como forma de reduzir a imensa variedade de informação social relativa a grupos sociais. Ora, se é importante investigar que mecanismos psico-sociológicos alimentam o racismo em contextos sociais em que este é antinormativo, e que expressões subtis, não antinormativas, assume hoje o racismo não será menos importante sublinhar que há aqui uma diferença de natureza, mas também de grau, por comparação com os contextos em que o racismo não era ou não é antinormativo. O verdadeiro racista não tem vergonha e a célebre fórmula ‘eu não sou racista, mas...’ é susceptível de várias interpretações, a menos desfavorável das quais é a de que aquele que a pronuncia revela, por isso mesmo, sentimentos de que se envergonha e que não ousa manifestar enquanto tais. A tolerância pressupõe que um grupo tem o poder de ser tolerante e que os outros terão de esperar para ver se vão ser rejeitados ou tolerados. Por isso, a tolerância cultural é, essencialmente, uma forma de controlo cultural. Porémm. não está em causa que a discriminação racial, para além de actos individuais mais ou menos isolados, possa inscrever-se nas orientações de determinadas instituições e, por essa via, condicionar de forma difusa e indirecta as práticas de vários dos seus agentes. Apesar dos valores culturais e das normas legais anti-racistas que prevalecem nas sociedades ocidentais em geral, escolas, empresas, forças de segurança, entre outros, podem, de facto, em determinadas circunstâncias, ser lugar de práticas discriminatórias. Não é por isso, no entanto, que se deve considerar racista o próprio conjunto da organização social, como fazem os defensores do conceito de racismo institucional.Fiquem bem! Ah! É verdade... uma amiga minha tem uma iguana chamada Diogo e um gato chamado Filipe. Coisas dos humanos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi: As pessoas que não respondem a provocações são facilmente categorizadas de terem “bom génio” e, por vezes, de “ausência de personalidade”. Na realidade, essas pessoas possuem alta tolerância à frustração e um auto-controlo preciso. A cólera é uma emoção como tantas outras&#8230; é uma espécie de insanidade temporária. São os outros que a provocam ou somos nós que não temos controlo sobre ela? É necessário não culpabilizar o outro e reconhecer as pessoas e circunstâncias que nos descontrolam. Dizem que é bom “deitar a raiva cá para fora” e que ver filmes violentos, lutar ou dar socos numa almofada ou ainda assistir a lutas violentas são boas maneiras de libertá-la. Esta ideia, popular nos anos sessenta, é uma cópia da teoria da catarse, significando a busca do equilíbrio. A verdadeira teoria da catarse surgiu no teatro dos Gregos antigos, para os quais mostrar cenas de tristeza poderia ajudar pessoas da plateia que se identificassem com tal dor. Todavia, acreditavam que cenas de violência estimulariam as pessoas a utilizá-la. Contudo, a cólera aumenta a probabilidade de luta. Assim, se uma pessoa tem reacções raivosas perante determinada situação, tenderá a repeti-las. É como se tratasse de um vício. Para controlar a raiva poderá optar-se por meditar, treinar as suas habilidades sociais, fortalecer a sua auto-estima, contar até cinquenta e até atirar água fria para o rosto. Curiosamente os bebés com poucos meses já mostram expressões de raiva, mas no entanto, não há descontrolo. Cabe a cada um de nós descobrir o que o relaxa pois não se deve expressar a fúria de forma descontrolada&#8230; todavia, também não se deves reprimi-la. Procurar dominar a fúria que leva a actos destrutivos parece ser a atitude mais acertada. Afinal, a cólera aumenta a pressão sanguínea e o risco de doenças cardíaca. É relativamente consensual que se pode falar de racismo em três dimensões distintas, mas articuladas: racismo enquanto ideologia, racismo enquanto preconceito e racismo enquanto prática de discriminação. Mas a ideia de que as capacidades intelectuais e a cultura se transmitem de forma hereditária e desigual de acordo com as raças, ideia que toma como indicador principal, embora não exclusivo, a cor da pele, com o branco europeu do norte a ocupar o topo da hierarquia, é uma interpretação sobre a diversidade humana amplamente partilhada no campo intelectual e científico europeu da época, e não o produto de alguns espíritos isolados. Esta maneira de pensar, também designada por racialismo, é o resultado de uma formidável convergência de todos os campos do saber, com inumeráveis contribuições de filósofos, teólogos, anatomistas, fisiologistas, historiadores, filólogos, mas também de escritores, poetas e viajantes, numa Europa em que, por todo o lado, há quem &#8220;se apaixone pela medição dos crânios e dos ossos, a pigmentação da pele, a cor dos olhos e dos cabelos nas actuais análises. Sobre o preconceito racial, a segunda das três dimensões do racismo atrás referidas, vai-se à procura da manifestação dessas novas faces do racismo, nas representações comuns das populações ocidentais. É verdade que o preconceito racista, como outras formas de preconceito, tem uma grande maleabilidade e criatividade, ospreconceituos. Os que se agarram ao que for preciso para visarem o grupo, tomado como alvo. Nesse mesmo sentido que Sartre, no ensaio que dedicou ao anti-semitismo, dizia que &#8220;se o judeu não existisse, o anti-semita inventá-lo-ia&#8221;Dado que, nas novas formas de preconceito, as características fenotípicas representam apenas um entre vários factores de classificação, seria preferível adoptar, em vez de racismo, &#8220;expressões mais abrangentes do género de ‘etnocentrismo’ ou ‘discriminação e preconceito étnico’&#8221;. O conceito de racismo põe uma ênfase excessiva na diferenciação fenotípica, como princípio classificatório dominante, o que, se é verdade &#8220;em contextos radicados na tradição anglo-americana&#8221;, não o é em tantos outros contextos a nível mundial, &#8220;onde o preconceito e a discriminação também grassam, incluindo os lusófonoso Preconceito não é apenas uma atitude individual de certas pessoas (preconceituosas), mas uma forma de cognição social estruturalmente fundada, destinada a legitimar essas relações de dominação global e que conhece uma reprodução alargada através de todo o tipo de discursos. Estruturas de poder e de dominação, de cognição social e de discurso constituem, por outras palavras, o modelo articulado que o autor adopta para analisar o racismo. Tanto o racismo flagrante como o subtil, este último reconhecido também como a sua forma predominante, permeiam, em sentido descendente, &#8220;todos os níveis sociais e pessoais das nossas sociedades: desde as decisões, acções e discursos dos corpos legislativos e governamentais, passando pelos de várias instituições, na educação, investigação, media, saúde, polícia, tribunais e agências sociais, até à conversação, pensamento e interacção quotidianos&#8221;São, concretamente, as elites políticas, educativas, universitárias, empresariais e dos media, quem contribui para a reprodução do preconceito, pré-formulando persuasivamente o consenso dominante em matéria étnica e as formas populares de racismo. chamadas elites académicas. O racismo enquanto preconceito é uma fatalidade, ou seja, não pode não haver preconceitos racistas. Mais do que ser conceptualmente especificado, o racismo é aqui objecto de generalização conceptual, a um ponto em que toda a representação simbólica da distintividade étnica e racial — desde o seu mero reconhecimento de facto, passando pelos estereótipos mais ou menos inócuos que sobre ela se produzem, até às expressões mais explícitas e agressivas contra ela é virtualmente sinónimo de preconceito. O preconceito será, assim, tão inevitável quanto o é, no próprio funcionamento cognitivo humano, a produção de estereótipos, como forma de reduzir a imensa variedade de informação social relativa a grupos sociais. Ora, se é importante investigar que mecanismos psico-sociológicos alimentam o racismo em contextos sociais em que este é antinormativo, e que expressões subtis, não antinormativas, assume hoje o racismo não será menos importante sublinhar que há aqui uma diferença de natureza, mas também de grau, por comparação com os contextos em que o racismo não era ou não é antinormativo. O verdadeiro racista não tem vergonha e a célebre fórmula ‘eu não sou racista, mas&#8230;’ é susceptível de várias interpretações, a menos desfavorável das quais é a de que aquele que a pronuncia revela, por isso mesmo, sentimentos de que se envergonha e que não ousa manifestar enquanto tais. A tolerância pressupõe que um grupo tem o poder de ser tolerante e que os outros terão de esperar para ver se vão ser rejeitados ou tolerados. Por isso, a tolerância cultural é, essencialmente, uma forma de controlo cultural. Porémm. não está em causa que a discriminação racial, para além de actos individuais mais ou menos isolados, possa inscrever-se nas orientações de determinadas instituições e, por essa via, condicionar de forma difusa e indirecta as práticas de vários dos seus agentes. Apesar dos valores culturais e das normas legais anti-racistas que prevalecem nas sociedades ocidentais em geral, escolas, empresas, forças de segurança, entre outros, podem, de facto, em determinadas circunstâncias, ser lugar de práticas discriminatórias. Não é por isso, no entanto, que se deve considerar racista o próprio conjunto da organização social, como fazem os defensores do conceito de racismo institucional.Fiquem bem! Ah! É verdade&#8230; uma amiga minha tem uma iguana chamada Diogo e um gato chamado Filipe. Coisas dos humanos!</p>
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	<item>
		<title>Por: Diogo Taveira</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-1565</link>
		<dc:creator>Diogo Taveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2006 16:11:57 +0000</pubDate>
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		<description>Caros,
O Milú, para além de usar como nome o &quot;apelido&quot; que se dá aos cãesinhos das Tias, pensa ser um ser supremo que não erra.
Pois fique a saber que a Língua Portuguesa é só uma. Assim sendo, tudo o que o Sr. (você é muito feio, algo parolo mesmo) escreve que tenha diferença com o Português original é um erro.
Dou-me ao trabalho de analisar os comentários, para que veja que também comete erros.
1. &quot;deparei-me com seu blog...&quot; Deveria dizer &quot;deparei-me com o seu blog.&quot; O determinante, em português, não pode ser omitido.
2. &quot;que publicou há tempos atrás.&quot; O HÁ é, neste caso, referente ao passado, proibindo assim o aparecimento do ATRÁS.
3. &quot;de portuguesinho arrogante e racista&quot; Para já, mostre respeito se o exige. E depois, aprenda o que é RACISMO: &quot;doutrina que tende a preservar a unidade da raça e assenta na suposta superioridade de uma raça que se confere o direito de exercer domínio sobre as outras; reacções ou atitudes que se harmonizam com esta teoria; mostras de hostilidade face a um grupo social ou étnico.&quot;. Não o confunda &quot;com aversão às pessoas ou coisas estrangeiras.&quot;, XENOFOBISMO, coisa que, pelo pouco que conheço do Bruno, não existe.
4. &quot;antes de lembrarmos&quot; MELHOR SERÁ Antes de nos lembrarmos.

Milu, conseguiu entender que no seu orgulho ferido (que poderia ter demonstrado de outra maneira, mais delicada) errou mais vezes que o Bruno?
Creia-me.
Melhores Cumprimentos,
Diogo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
O Milú, para além de usar como nome o &#8220;apelido&#8221; que se dá aos cãesinhos das Tias, pensa ser um ser supremo que não erra.<br />
Pois fique a saber que a Língua Portuguesa é só uma. Assim sendo, tudo o que o Sr. (você é muito feio, algo parolo mesmo) escreve que tenha diferença com o Português original é um erro.<br />
Dou-me ao trabalho de analisar os comentários, para que veja que também comete erros.<br />
1. &#8220;deparei-me com seu blog&#8230;&#8221; Deveria dizer &#8220;deparei-me com o seu blog.&#8221; O determinante, em português, não pode ser omitido.<br />
2. &#8220;que publicou há tempos atrás.&#8221; O HÁ é, neste caso, referente ao passado, proibindo assim o aparecimento do ATRÁS.<br />
3. &#8220;de portuguesinho arrogante e racista&#8221; Para já, mostre respeito se o exige. E depois, aprenda o que é RACISMO: &#8220;doutrina que tende a preservar a unidade da raça e assenta na suposta superioridade de uma raça que se confere o direito de exercer domínio sobre as outras; reacções ou atitudes que se harmonizam com esta teoria; mostras de hostilidade face a um grupo social ou étnico.&#8221;. Não o confunda &#8220;com aversão às pessoas ou coisas estrangeiras.&#8221;, XENOFOBISMO, coisa que, pelo pouco que conheço do Bruno, não existe.<br />
4. &#8220;antes de lembrarmos&#8221; MELHOR SERÁ Antes de nos lembrarmos.</p>
<p>Milu, conseguiu entender que no seu orgulho ferido (que poderia ter demonstrado de outra maneira, mais delicada) errou mais vezes que o Bruno?<br />
Creia-me.<br />
Melhores Cumprimentos,<br />
Diogo</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Dextro</title>
		<link>http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-1486</link>
		<dc:creator>Dextro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 19:06:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://olhar.wordpress.com/2006/09/22/uma-imagem-vale-mil-palavras-vox-pop/#comment-1486</guid>
		<description>Milú basicamente a si digo-lhe: não me conheçe de lado nenhum nem a mim nem ao autor deste blog para nos julgar unica e exclusivamente pelo texto que escrevemos... Não andamos a tirar cursos de Português para acabarmos no desemprego e como tal não pode esperar que pequenos textos escritos em minutos e muitas vezes não revistos sejam publicados totalmente correctos... Se não compreende que como humano qualquer pessoa pode cometer um erro nem sei o que está a fazer a comentar este blog.

PS: e habitualmente só responde unica e exclusivamente com problemas de ortografia quem não tem mais como discutir sobre o assunto em questão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Milú basicamente a si digo-lhe: não me conheçe de lado nenhum nem a mim nem ao autor deste blog para nos julgar unica e exclusivamente pelo texto que escrevemos&#8230; Não andamos a tirar cursos de Português para acabarmos no desemprego e como tal não pode esperar que pequenos textos escritos em minutos e muitas vezes não revistos sejam publicados totalmente correctos&#8230; Se não compreende que como humano qualquer pessoa pode cometer um erro nem sei o que está a fazer a comentar este blog.</p>
<p>PS: e habitualmente só responde unica e exclusivamente com problemas de ortografia quem não tem mais como discutir sobre o assunto em questão&#8230;</p>
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